28 junho 2009

Brazilian Official Barbecue (BOB)

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Aconteceu neste sábado a segunda edição do BOB - Brazilian Official Barbecue, pilotado novamente pelo Berg, nosso churrasqueiro de plantão, que despede-se da terrinha gelada para continuar sua jornada na Califórnia, perto da praia e do sol. Já ficou combinado que o III BOB terá uma versão internacional lá na terrinha do Tio Sam.

Desta vez o tempo colaborou e fez sol o dia todo.
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22 junho 2009

Estamos em greve

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Imagem de uma das lixeiras da cidade com a placa de "Out of Service". Nem por isso a população deixou de acumular lixo ao redor dela.


Agora que o verão começou oficialmente neste domingo, 24 mil trabalhadores públicos decidiram entrar em greve hoje depois de 6 meses de negociações (segundo o Sindicato).
Não poderiam escolher hora pior, pois o verão aqui é castigante, com temperaturas acima de 30 graus. No ano passado foi mais ameno, mas quando chegamos aqui ,em 2007, chegamos a pegar 42C com sensação térmica de 45C. Afe! Achei que iria morrer!

Outros serviços públicos, tais como: bibliotecas, centros comunitários, ferry boats e day cares também estão parados, causando transtorno à população.
A maior preocupação agora é com a saúde pública por causa do lixo acumulado nas ruas, mais as altas temperaturas e umidade do ar.

Em 2002 houve uma greve de lixeiros que durou 16 dias e deixou a cidade totalmente nojenta e fedida.

Quem for pego jogando lixo fora ilegalmente será multado em $380. A solução oferecida é você levar seu próprio lixo até depósitos intermediários, que ainda não descobri onde ficam. Claro, isso é para os que têm carro, pois ninguém vai ficar carregando sacolas de lixo no transporte público.

O governo espera que a greve não dure mais que uma semana, e pediu à população que estoque seu lixo no quintal de suas casas durante esta semana.

Eu moro em apartamento e não tenho quintal para estocar meu lixo, como muita gente, então estou aguardando para saber como a administração do condomínio vai lidar com essa situação, caso ela perdure por muito tempo.

Assim que eu tiver novidades sobre os depósitos de lixo volto aqui para postar.
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19 junho 2009

De volta às aulas

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Pelo visto eu não sou a única cansada nessa casa...

Obrigada a todos pelas sugestões no último post. Assunto agora não falta, mas tempo e disposição saíram de férias.
Muitos dos assuntos sugeridos eu já abordei aqui no blog. Assim que tiver um tempo vou fazer uma coletânea deles. Por enquanto está tudo muito corrido e eu explico porquê.

Resolvi fazer um upgrade nas minhas skills e para isso me matriculei em um curso online na minha área, lá na Humber. Na semana que vem termino a primeira disciplina e já comecei outra na semana passada.

Eu tinha certas reservas quanto a cursos online, mas estou muito satisfeita com o que escolhi e tenho aprendido muito. O curso é muito bem organizado e tem uma carga pesada de tarefas e leituras para fazer depois da aula, e eis o motivo de eu ter sumido do blog.

Recomendo este tipo de curso para quem precisa estudar mas não quer perder tempo no trânsito.
Uma vez por semana durante 1 hora tem um live chat em que o instrutor "passa a matéria", dá explicações e tira dúvidas. É possível interagir com os outros alunos também.

Eu tive sorte nesse primeiro curso porque o instrutor é muito bom, os alunos são legais e meu peer reviewer (quem revisa os manuais que escrevo) tem uma paciência de Jó com meus trabalhos.

A Humber não é a única a oferecer cursos onlines. A maioria dos colleges oferecem algum tipo de curso não-presencial.

É possível fazer pós-graduação online também. Acho que no Brasil a FGV oferece MBA online.

Tenho um colega de trabalho que está fazendo mestrado online pela Harvard. Ele disse que a carga de tarefas também é pesada e no fim do curso ele terá que fazer um estágio de 6 meses nos Estados Unidos. Como ele vai conciliar o estágio e o trabalho aqui no Canadá? Isso nem ele sabe ainda!
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09 junho 2009

Totalmente sem assunto

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Todo mundo passa por momentos de falta de inspiração, preguiça ou falta de assunto quando tem um blog, acontece que eu estou com todos os 3 motivos juntos e sem nenhuma inspiração para escrever. Portanto, sugestões de assuntos são muito bem-vindas (sobre o que vocês gostariam que eu escrevesse? O que vocês gostariam de saber sobre Toronto ou sobre a vida de imigrante?).
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01 junho 2009

Metropass dá desconto em atrações turísticas

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A partir deste verão, usuários do TTC poderão utilizar seu Metropass para obter um desconto de 20% em algumas atrações turísticas, tais como: Toronto Zoo, Ontario Place, CN Tower, Ontario Science Centre e Casa Loma.

A medida pretende incentivar as pessoas a visitarem locais turísticos, apesar da crise; e segundo o TTC, isto não vai custar nada ao seu apertado budget,além dos custos com a divulgação do programa.

É claro que o TTC também visa ganhar com essa medida, já que espera que mais pessoas comprem o Metropass, além dos seus 250 mil fiéis usuários.
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26 maio 2009

Toronto Doors Open

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O assunto do final do semana foi o Toronto Doors Open. São dois dias em que vários prédios de Toronto abrem suas portas gratuitamente ao público para visitação. Eu fiquei esperando por este momento durante meses, pois queria visitar a Casa Loma e terminar de visitar as exposições do ROM e do AGO, mas acabei ficando na vontade.

A Casa Loma só abre parcialmente para este evento, portanto, se quiser entrar na Casa tem que pagar sim! O ROM e o AGO nem entram no circuito. O que fazer então?

Como eu já tinha levado um balde de água fria e não tinha nada para fazer num dia lindo de sábado, resolvi visitar atrações que ficassem próximas ao metrô para que eu não precisasse usar o carro.

Fomos primeiro ao Gibson House Museum, uma casa construída em 1851, e lar do imigrante escocês David Gibson e de seus 7 filhos. David era procurado pelo governo por ter participado da Upper Canada Rebellion de 1837, e por isso ficou exilado durante 11 anos nos EUA.

Naquela época, North York ainda fazia parte da região de York, e só há poucos anos foi incorportada à Great Toronto Area. A família levada meio dia para chegar até Toronto.

A casa dos Gibson fazia parte de uma fazenda que ia da Yonge St. até a Bathurst St. Não tinha água encanada e o sistema de aquecimento era feito por dutos que saíam da lareira e iam até os quartos na região superior da casa. Imagina a fumaceira que ficava!

Quarto do casal com o "sistema de aquecimento" que saía da lareira da sala (na foto abaixo):

Em seguida, fomos visitar o prédio da Old City Hall, cuja arquitetura é linda tanto por fora quanto por dentro, mas infelizmente é proibido tirar fotos no interior do prédio. Além do mais, o acesso às áreas de visitação era parcial.
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Old City Hall

Nada mais justo do que visitar o novo prédio da City Hall, e lá fomos nós, mas não achamos nada interessante.
Seguindo a linha de prédios antigos públicos, lá fomos nós para o Legislative Building, construído em 1892. Sempre tive vontade de visitar, mas ao chegarmos lá as senhas para visitação já haviam se esgotado.
:(

Legislative Building

E para fechar o fim de semana, revisitamos o Edwards Garden Park e fizemos um amiguinho por lá: um raccoon simpático, gordo e pidão. Ele ficava olhando para as pessoas esperando que elas lhe dessem alguma comida. Mais para fente tinha um esquilinho abusado que chegava perto da mão de qualquer um, esperando por comida também.















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21 maio 2009

Para que parque eu vou?

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Quando digo que é possível fazer várias atividades gratuitas em Toronto, isto inclui principalmente os parques, que são inúmeros espalhados pelos 4 cantos da cidade.

Ao contrário de São Paulo, que tinha apenas alguns poucos bairros privilegiados por parques como o Ibirapuera ou o Horto Florestal, aqui é impossível conhecer todos os parques em um único verão. Só no nosso bairro tem 17, de acordo com este site. Claro que nem todos são grandes como o High Park, mas só o fato de você ter uma área verde para passear no final da tarde faz toda a diferença. E não é possível passear só nos parques não, os cemitérios daqui são lindos, com uma área verde muito bonita e bem cuidada, e para quem não tem medo,também podem entrar para a lista de "parques".

Basta fazer um solzinho e um temperatura positiva acima de 9 graus que lá estou eu na Mel Lastman Square ou no Canterbury Place Park com a cachorroda para tirar o mofo do inverno.

Só por curiosidade, fiz uma busca de parques em São Paulo, e acabei me surpreendendo com o número deles na cidade: 40! Não acredita? Então veja aqui. Ainda é menos da metade do que temos na GTA.
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10 maio 2009

Gramática

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Apesar de gostar de Português na escola, análise sintática nunca foi meu tópico favorito, e só fui perceber sua importância quando comecei a escrever em Inglês há alguns anos. Chegando aqui ela tornou-se ainda mais importante, já que meu trabalho é basicamente escrever.

Como parei meu curso de Inglês assim que terminei o nível intermediário, não sei se no nível avançado as escolas ensinam análise sintática aos seus alunos. Se não o fazem deveriam fazê-lo, pois é fundamental para quem quer se comunicar e escrever bem em Inglês.

Não tive ânimo para voltar para um curso de Inglês porque tenho necessidades específicas para o meu trabalho, e pagar um professor particular seria honeroso demais. O que fazer então? Ora, a Internet nos oferece um mundo de opções gratuitas, algumas delas muito boas por sinal.

Passei a procurar por exercícios de gramática e escrita, e deparei-me com alguns links interessantes e que me têm sido de muita utilidade. O que eu mais gosto é o “Guide to Grammar and Writing” como o chamo; é um site que tem tudo o que preciso. Se você é como eu e não tem muita paciência para teoria, pode ir direto aos quizzes. Muitas vezes eu prefiro aprender na prática, e depois dou uma olhada na teoria.

Nos links abaixo você também encontra exercícios de preposição, que considero uma das coisas mais complicadas na língua Inglesa. Algumas vezes uma preposição mal colocada pode mudar completamente o sentido da frase.

Business English Site


English Grammar and Writing

Common Errors on English

Tecla SAP - Dicas de Inglês

The University of Victoria Writer's Guide: para profissionais e acadêmicos.

GrammarBook.com

Finercafe.com


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04 maio 2009

Aluguel de Bicicletas

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Toronto está querendo implementar um novo sistema de aluguel de bicicletas ao longo da Parkside Drive até a Broadview Avenue e da Dupont Street até Queen's Quay. A idéia é que as pessoas aluguem uma bicicleta ao invés de tomarem um táxi para percorrer trajetos curtos.

Com este novo sistema todos saem ganhando (exceto os motoristas de táxi): o trânsito na cidade tenderia a melhorar, chegando a mudar até a paisagem urbana com menos carros nas ruas,;o meio-ambiente agradece pela diminuição de gases poluentes, as pessoas se exercitam mais e gastam menos dinheiro com estacionamento e manutenção de seus carros.

O funcionamento é parecido com o de aluguel de carros, com a diferença que você não precisa devolver a bicicleta no mesmo local em que a alugou. Seriam espalhados quiosques self-serve e você poderia alugar uma bicicleta utilizando seu cartão de crédito. O valor cobrado seria de acordo com o tempo utilizado pelo aluguel (pay as you go).

Sistemas similares a este já existem em Montreal, Paris e Berlim. No entanto, em 18 meses de funcionamento, 15 mil bicicletas alugadas foram roubadas em Paris. Espero que em Toronto a coisa seja diferente.
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25 abril 2009

A importância de se falar o idioma local

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Há algum tempo coloquei aqui uma reportagem polêmica sobre a legitimidade de se permitir que pessoas que não são fluentes em Inglês ou Francês possam ser cidadãs canadenses. Pois bem, a maioria dos comentários apontou para a importância de se falar o idioma local para se exercer a cidadania, ente outros aspectos.

Este post do BogTO mostra uma situação em que a falta de fluência ou desconhecimento total do idioma, que é o caso, foi uma barreira para a investigação policial de um suposto crime. O post deixa muito a desejar, mesmo porque ele não sabe dizer se a pessoa envolvida na situação é imigrante ou turista, mas gostei do tema porque me levou à reflexão.

Nele, o autor questiona se a polícia, bombeiro e paramédicos de Toronto deveriam ter conhecimento de várias línguas para salvar pessoas, já que a polícia e os paramédicos foram incapazes de descobrir por que um rapaz (que só falava Espanhol) estava jogado no meio da estrada às 2 da manhã com ferimentos no rosto.

Como disse, o post é meio pobre, mas os comentários feitos sobre ele dão um bom pano pra manga. Há opiniões de todo tipo, como os sempre presentes gatos pingados racistas, que são contra imigrantes, ou aqueles que acham que o governo é muito benevolente disponibilizando tantos serviços em várias línguas para a população de Toronto. Neste sentido é realmente de admirar o esforço do governo e até de instituições privadas, como Bancos que querem atrair mais clientes, em disponibilizar informações e serviços nos mais diversos idiomas. Claro que isso não ocorre porque eles são "bonzinhos", mas porque o imigrante representa dinheiro, seja como consumidor ou pagando impostos.

O ponto comum ente meu post anterior e o post do BlogTO, é a importância que as pessoas vêm no fato de imigrantes terem sim que falar um dos idiomas oficiais do Canadá, mas o interessante é pensar o outro lado: será que as autoridades também deveriam ser multilíngues?


20 abril 2009

Top 10 Tips for Beating the Recession in Toronto

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Estava navegando pelo Toronto.com para ver o que estava acontecendo de interessante na cidade e acabei me deparando com 10 dicas de entretenimentos baratos. Vou copiar na íntegra, mas se você quiser, pode ir diretamente ao site.

Attractions, entertainment, transit, free nights and fun ways to check out the city for cheap.
(Stacey McLeod)

Economic times may be tough but luckily, Toronto’s a city that’s packed with free and cheap fun. Even if your wallet’s feeling empty lately, you can fill up your days with these 10 tips for keeping yourself -- and your kids -- entertained.

1. Take advantage of the city’s cultural neighbourhoods. Take your kids on cultural adventures through the city’s very different neighbourhoods, like Chinatown and Little India. Let them pick out food and drinks to try, stores to check out, parks to play in, and more. You can even find small, inexpensive items to return home with as a souvenir. It’s a great, cheap substitute for a day trip and with some research and planning before the adventure, it can be full of learning as well.

2. Take the TTC. If you’re used to driving into the city, try parking near a subway station and buying a weekend or statutory holiday day pass. One pass costs just $9 and is good for unlimited rides around the city for one adult and five children under the age of 19, or two adults and four children. Check out the TTC website for schedules, routes and fares.

3. Think of ways to do the things you love, but cheaper. Try movie nights at bars or indie theatres instead of the big, expensive ones. You might not see the blockbuster films of the moment, but you can still check out a great flick and grab some popcorn. Big fans of the zoo or CN Tower? Try cheaper attractions like Riverdale Farm and Historic Fort York.

4. Price out your local food shopping. It may be easier to buy all of your groceries in one shot, but it can be a lot cheaper to stop at a few places on your route home. Make a list of the items you buy on a regular basis and then do some price comparisons at your local fruit stands, grocery stores, cheese shops and even drug stores. Or, head to Kensington Market.

5. Go local and explore your own neighbourhood. Local shops, local restaurants and local bands. There’s tons of free music around the city and cheap eats to be found in smaller restos and bakeries around Toronto. Check our cheap eats article here.

6. Head outdoors. Check out Toronto Island, bike paths through the Don Valley Trail, walking trails, High Park, The Beaches, Trinity Bellwoods Park and more. They’re all fun spots to spend a sunny day. Check out maps of the City of Toronto’s outdoor areas here.

7. Take advantage of free Toronto festivals and public places. Toronto has dozens of free community festivals in the summer, like the Taste of Little Italy and Taste of the Danforth, but also Doors Open, Nuit Blanche, Woofstock and Caribana. Yonge-Dundas Square has free summer concerts on Sunday afternoons, and almost always has some sort of free, themed festivals on weekends. Check out our events page to see what's happening.

8. Keep an eye on the Harbourfront Centre. They regularly have free cultural, music, art and theatre events, and there’s free figure skating in the winter. Check out the Harbourfront Centre’s website here.

9. Many attractions offer free nights in the city. The AGO has free admission on Wednesday evenings from 6:30 p.m. to 8:30 p.m. and there are free times and discounts for children, seniors, and Ontario high school students and teachers. The ROM is free on Wednesdays from 4:30 p.m. to 5:30 p.m., and The National Film Board Mediatheque occasionally has free movie screenings, so check their schedule on their website.

10. Honest Ed’s. You can’t miss it and there’s a reason it’s been there this whole time -- it’s cheap. Take advantage of it! Check it out.

16 abril 2009

Art Galley of Ontario (AGO)

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Se você gosta de arte, a Art Galley of Ontario é seu lugar, mas assim como no ROM, reserve um dia inteiro para visitar o museu porque ele é imenso. Em 4 horas e meia conseguimos ver grande parte do acervo, mas não tudo.

É uma ótima oportunidade para conhecer a arte canadense, que não deixa nada a desejar a qualquer outra. No entanto, o que mais me impressionou foram as obras do pintor britânico pré-rafaelita Holman Hunt, que são de uma beleza ímpar por causa de seu colorido cheio de vida. Seus quadros parecem mais fotografias do que pinturas, dada a perfeição e riqueza dos mínimos detalhes.

Infelizmente (pelo menos para mim), tem muita arte contemporânea, dois andares cheios de obras que você olha e se pergunta o que aquilo está fazendo ali (“is this art?”). Eu me sinto um pouco ultrajada por este tipo de “arte”, pois para mim a arte é uma coisa elaborada, bela e produzida utilizando-se técnica e talento. Fazer rabiscos em uma tela branca ou grudar uma pia de banheiro na parede e dizer que aquilo é arte simplesmente não me convence.

Também não gosto muito quando filmam qualquer bobagem e exibem como “arte”, mas devo admitir que a exposição tinha algumas coisas interessantes, como a artista que estava questionando o fato de as mulheres aparecerem sempre perfeitas em pinturas, esculturas, e etc. O conceito é mais interessante que o resultado, mas mesmo assim vale a pena ser visto. Ela filmou todas as “imperfeições” do seu próprio corpo: unha encravada, cicatrizes, manchas, etc.

Para os que gostam de miniaturas e navios, existe uma centena deles no subsolo. São navios de todos os tipo e tamanhos, desde barquinhos a remo, passando por balsas, porta-aviões e navios guerreiros.

Enfim, eu poderia falar o dia inteiro sobre o que vi, por isso acho que vale a pena vocês fazerem uma visitinha ao museu.

Isabella and the pot of Basil - Holman Hunt

12 abril 2009

Jackson's Point

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Aproveitamos o feriado na sexta-feira para fazer um passeio ao norte de Toronto. Começamos pelo Sibbald Point Park, onde estivemos no ano passado, e esta foi a maravilha que encontramos:

Paramos para um lanche no spa The Briars, onde fomos atendidos pelo Omar, o garçom mais bem humorado que já encontrei.


E o resto ficou por conta da natureza, que mesmo com cara de inverno, estava linda. Fico imaginando quando tudo estiver florido! Encontramos corvos, gansos, esquilos e até uma raposa.





06 abril 2009

ROMwalk

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Depois de quase 2 anos finalmente fomos visitar o ROM, pois eu estava louca para ver uma exposição sobre o Egito Antigo e o Livro dos Mortos. Aliás, foi por causa do Egito que eu decidi fazer faculdade de História.

Ao contrário das exposições do MASP e do Ibirapuera em São Paulo, que ficavam lotadas, essa foi bem tranquila e conseguimos ver quase tudo que queríamos com certa calma. Só não deu para ver tudo porque chegamos no meio da tarde, então tivemos pouco mais de 3 horas para passear pelas galerias. Uma das exposições conta até com um exemplar da capivara brasileira, ao lado de um esqueleto gigante de elefante.

Em maio começam as caminhadas promovidas pelo ROM. São 40 roteiros de 2 horas a pé por 12 vizinhanças de Toronto, e o melhor disso é que é grátis! Está aí uma ótima oportunidade para conhecer a cidade e aprender um pouco sobre ela.

As caminhadas acontecem todas as quartas-feiras, às 6 da tarde, e aos domingos, às 2 da tarde.
Infelizmente não poderemos participar durante a semana, mas já estamos nos programando para alguns finais de semana.

Mais informações aqui.

30 março 2009

Polêmica sobre cidadania X idioma

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Há alguns dias recebi um link que causou uma certa polêmica, já que nele o o Ministro da Cidadania, Imigração e Multiculturaliasmo, Jason Kenney, disse que a cidadania canadense deveria ser negada àqueles que não soubessem falar fluentemente umas das duas línguas oficiais do Canadá.

Olivia Chow, Toronto Member of Parliament, rebateu dizendo que se pessoas que não são fluentes em Inglês ou Francês não podem ser cidadãs, então ela vê um grande problema nisso, já que a própria mãe dela que está no Canadá há 15 anos e é cidadã canadense há 12, não é fluente em Inglês.

Esta é uma matéria que vale a pena ser lida na íntegra, por isso vou transcrevê-la aqui.

E você, o que acha das posições do ministro e da MP?


Should be language test for citizenship: Minister
Bill Graveland - THE CANADIAN PRESS
Mar 20, 2009

CALGARY–Immigrants who can't speak English or French well enough should be denied citizenship, says a federal politician.

Canada needs to improve its efforts to integrate newcomers, Jason Kenney, minister of citizenship, immigration and multiculturalism, said Friday.

"I believe one area that we can ask immigrants in the country to make a greater effort (in) is that of language," Kenney said in a speech to an immigration conference in Calgary.

"Last January I was in Delhi and sat in on a few immigration interviews. I encountered one woman who has lived in Canada for 15 years and been a Canadian citizen for nearly 12 years," he said.

"This woman was sponsoring a spouse to come to Canada but she could not conduct the interview with an official in either of our official languages. It made me wonder – is this an isolated example? Regrettably I don't think it's isolated enough."

Kenney later told reporters that immigration needs an overhaul and a key effort must be to ensure that immigrants and those who want to become new Canadians speak a competent level of French or English.

He said the requirement is already there but isn't being enforced strictly enough.

"In terms of the citizenship, if you can't complete the test in one of those two languages, you're not supposed to become a citizen, which I don't think is harsh," he said.

"It's just basically saying go back and study more and come back to us when you can get by in one of those languages."

Kenney worries that granting citizenship without guaranteeing language skills puts a new Canadian at an economic and social disadvantage.

And he wants to know how some people who can't speak either of Canada's official languages got through the system.

"All I can say is if someone can't conduct an immigration interview in English or French they don't have basic competences.

"I have citizenship judges tell me that frequently people are given a pass even though they don't have that ability."

The NDP immigration critic, Toronto MP Olivia Chow, said language is important, but it shouldn't be the only criterion.

"If the government is saying if you're not fluent in English or French then you can't be citizens, I have a real problem with that," said Chow, who sat in on Kenney's speech.

"My mother's not very fluent in English but she makes a very good citizen. She's been in Canada since 1970 but she had to work in a hotel for many years to raise her family, even though she was a school teacher," Chow said. "Is it her fault her English isn't fluent? No. Does she make a good citizen? Yes, I think so."

Chow argues there should be subsidies available for immigrants so they can attend languages classes but not have to worry about missing work so they can feed their families.

A conference organizer chose her words carefully when reacting to Kenney's speech.

"I think it probably raised a few eyebrows," said Tracey Derwing, a professor of educational psychology at the University of Alberta. Her area of expertise is how people learn second languages.

"The (citizenship) test is a multiple-choice test so people are expected to get 12 out of 20 questions right. And if they're not able to do it, then they're interviewed by a judge and asked the questions orally," she said.

"I don't think it's really possible in every instance for people to gain the language skills they need before coming from overseas.

"But the test doesn't really assess what it takes to be a good citizen and a lot of people born in Canada could write that test and not do a very good job."

Kenney also said he wants to find ways of recognizing an immigrant's credentials in a more timely fashion.

He gave as an example the case of a Syrian obstetrician who has delivered "hundreds of babies," but who has been working as a chambermaid for the last five years.
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25 março 2009

Você tem saudade de quê?

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Você já está no Canadá há algum tempo, sabe mais ou menos se virar, sabe pegar ônibus para ir aonde quer, e já entende como funcionam as coisas por aqui. Digamos que você já se considera parte de sua cidade, e não mais um recém-chegado absolutamente sem a mínima noção de nada.
Com o tempo a vida vai entrando nos eixos, criamos uma rotina e vamos levando, mas as lembranças sempre nos acompanham e uma música ou cheiro pode trazê-las ao presente, e aí dizemos “ Ai, que saudade de...”.

Esses dias estávamos passeando com os filhores na Mel Lastman Square. O Pedro chegou perto de mim e perguntou se era eu que estava usando perfume. Quando perguntei por que ele queria saber se era eu, ele respondeu que é porque ele sentiu o cheiro de quando chegamos aqui. Hein??? Ah, ele sentiu o cheiro do perfume que eu usava no dia-a-dia quando chegamos aqui e isso o remeteu ao passado.

Já acumulamos várias lembranças ao longo desses quase 2 anos no Canadá e do que mais tenho saudade é do tempo que tínhamos livre para fazer novas descobertas. Sinto falta daquele “ar de novidade” em tudo que fazíamos, mas pude ter um gostinho na semana passada quando conheci um ponto da cidade pelo qual nunca tinha andado, e aí me dei conta de que ainda tenho muita coisa para descobrir.

21 março 2009

Saindo da toca

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Aproveitando que estava fazendo zero grau (praticamente verão depois de tanta temperatura negativa), fomos tomar um café no Kensignton com a Alexandra e Alan. Aproveitamos para levar a cachorrada para um passeio, afinal é primavera!

Depois fomos almoçar no restaurante da Cora ali na Stelles x Dufferin St. Eu gosto muito dos crepes de lá, que vêm em fartas porções (nunca consigo comer um inteiro) acompanhadas de frutas. A comida tem uma boa apresentação e parece ter sido preparada com carinho. Esta é a segunda vez que vou lá e achei delicioso tudo que comi.

Qualquer dia desses preciso ir lá para comer os crepes doces recheados de frutas, que pelo que vi na mesa vizinha, são também enormes!

Ah, antes que eu me esqueça, lá no Kensington tem um mercado latino chamado La Perola (247, Augusta Ave.) onde é possível encontrar ovos de Páscoa (eu comprei os 2 últimos que tinha) e vários produtos brasileiros. Minha última aquisição foi um pacote de canjiquinha (também conhecida como xerém ou quirera de milho) para fazer sopa. Fica uma delícia!

18 março 2009

Custo de vida São Paulo X Toronto

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Lendo este excelente post da Marilena sobre a crise financeira, comecei a ponderar algumas questões sobre a diferença de nossos padrões de vida aqui e no Brasil.

Como ela mesma mencionou, os gastos para se manter um padrão de classe média no Brasil são altíssimos, e olha que não estou falando da “classe média alta”, que pode pagar viagens para a Disney com toda a família todo ano, mas daquela que luta para ter condições de dar uma qualidade de estudo melhor para seus filhos e ter acesso a um sistema de saúde privado, geralmente pago quase todo pelo empregador.

Aqui temos inúmeros parques públicos e bem cuidados, que são seguros e acessíveis a todas as classes sociais. Para chegar até eles você utiliza o sistema de transporte público (TTC), que apesar de seus defeitos, funciona e é relativamente barato, já que com $109 mensais você compra o Metropass e faz quantas viagens quiser por mês. Se fizer o plano anual, seu Metropass sai por $99 mensalmente.

Além dos parques, há uma infinidade de atividades internas e festivais de rua, principalmente no verão, onde não se paga nada, ou se você preferir pode ir até as Ilhas gastando no máximo $6.50 em uma viagem de ida e volta no ferry boat. Outra opção são as beaches, onde a família inteira se diverte sem gastar muito.

No inverno pode-se ir a rinks gratuitos de patinação abertos ao público.

Agora, quanto gastaria uma família com 2 filhos (1 criança e um adolescente) em São Paulo para se divertir? Vamos fazer um orçamento meio tosco, supondo que essa família faça um programa típico de paulistano: ir ao shopping center. Os valores apresentados não são exatos, mas estão bem próximos da realidade.

Pegando apenas 1 ônibus:

Valor da passagem adulto: R$2.30 x 3 = 6.90

Valor da passagem infantil: R$1.27

Total: R$8.17 – Ida e volta R$16.34

Lanche no Mc Donald's (lanche número 1): 12.00 x 3 = R$ 36.00

Mc Lanche Feliz: R$13.00

TOTAL: R$ 65.34
Indo de carro:

Litro da gasolina: R$ 2.49 (suponhamos que seja um carro econômico e faça 8 Km/litro, distância ida e volta de 16km) x 2 = 4.98

Valor do estacionamento por 2 horas: R$7.00

Lanche no Mc Donald’s: R$ 36.00 + R$ 13.00
TOTAL: R$ 60.98

Em Toronto:

TTC:

A opção mais barata seria o Family Day Pass a $9. A família toda pode fazer quantas viagens quiser no dia utilizando apenas 1 bilhete.

Lanche no Mc Donald’s (número 1): $ 6.99 x 3= $20.97

Mc Lanche Feliz: $5.75
TOTAL: $35.72

Indo de carro:

Litro da gasolina: $0.84 x 2 =$1.68

Valor do estacionamento/hora: gratuito na maioria dos shopping centers

Lanche no Mc Donald’s: $20.97 + $ 5.75

TOTAL: $ 28.04

Então uma família em São Paulo gastaria R$ 65.34 se fosse ao shopping de ônibus e R$ 60.98 se fosse de carro.
Em Toronto os valores sairiam quase pela metade (não adianta converter a moeda porque você vai receber e gastar em dólar). De TTC a famíla gastaria $ 35.72 e de carro $28.04.

Já no quesito aluguel acredito que Toronto saia disparada na frente em termos de preços, já que para alugar um simples basement paga-se pelo menos $400.

Acredito que seja mais fácil manter um padrão de classe média em Toronto do que São Paulo, pois aqui não se gasta fortunas com escolas particulares, por exemplo, (embora exista esta opção), e é posssível fazer mais atividades gratuitas do que lá, pois além da oferta ser maior, não existe o problema da violência.

Eletrônicos e carros também são mais accessíveis, e se você decidir viajar para o exterior ,a diferença entre o dólar canadense e o dólar americano é pequena, tornando os valores mais acessíveis.

Enquanto estava fazendo a pesquisa de preços dos lanches no Mc Donald's, deparei-me com diferenças absurdas de valores que me foram enviados de algumas regiões do Brasil. O lanche número 1 custa:

R$ 9.90 em Ponta Grossa - PR
R$12.00 em São Paulo - Capital
R$18.00 no Rio de Janeiro - RJ (praticamente o dobro do valor cobrado em Ponta Grossa)

Se pessoas de outras cidades no Canadá pudessem informar o valor do lanche número 1 seria interessante para se fazer uma compração de preços entre cidades.
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12 março 2009

Será um bom momento para imigrar?

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Apesar de ouvir que o Brasil foi pouco afetado pela crise em comparação a outros países, as pessoas continuam com seu propósito de tentar a vida em outro lugar; mas será que vale a pena largar um emprego estável e uma vida nos eixos para se aventurar no desconhecido e instável?

Muitas empresas congelaram os processos de contratação de novos funcionários pelos mais variados motivos, tendo como desculpa "a crise". Mas por que elas fariam isso? Uma empresa não pode simplesmente decidir que não vai fazer novas contratações por um tempo ou demitir parte de seus funcionários porque assim o quer? Ela precisa mesmo de uma desculpa para fazer isso? Está aí algo que não entendo, mas como dizem que muita coisa nessa "crise" é especulação, vou especular um pouco também para procurar entender o que está acontecendo.

Há quem ache que o momento para vir para o Canadá não é bom, afinal emprego já não estava dando em árvore antes, imagine agora.

Com o visto de residente permanente em mãos, é dado um prazo de 1 ano após a realização dos exames médicos para que se faça o landing, mas isso não siginifica que você é obrigado a ficar no país, e foi esta alternativa que algumas pessoas encontraram para não trocar o certo pelo duvidoso e nem perder o visto que lutaram tanto para conseguir.

O momento certo para retornar ao Canadá caberá a elas decidir. Enquanto isso, essas pessoas podem aproveitar o tempo para aprimorar (ou aprender) Inglês/Francês e melhorar suas qualificações profissionais, pois com este exército de desempregados a concorrência será maior ainda quando a crise começar a se despedir.
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09 março 2009

How do you say...in English?

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Ano-bisexto: leap year

A saideira: one for the road
Let's have one for the road!
Vamos tomar uma saideira!

Autoditada: self-taught
John is a self-taught musician. He learned to play the piano by himself.
John é um músico autoditada. Ele aprendeu a tocar piano sozinho.

Brega, cafona: tacky
Gary has such a tacky taste in clothes!
Gary tem um gosto tão brega para roupas!

Boca-livre: free grab
Too bad you didn't show up last night. You missed out on the free grab.
Que pena que você não apareceu ontem à noite. Você perdeu a boca livre.

Bolsa de estudos: scholarship

Burocracia: red tape
I wish they would do away with all the red tape in our company.
Gostaria que eles eliminassem toda a burocracia em nossa empresa.

Caixa eletrônico de banco: ATM (automatic teller machine)

Calejado: seasoned

Caloteiro: deadbeat

Cheque pré-datado: post-dated check

Curso de reciclagem/atualização: refresher course

Dar a volta por cima: to bounce back

Dar aviso prévio: to give notice
According to our work contract, they are supposed to give us a month's notice before they fire us.
De acordo com nosso contrato de trabalho, eles precisam nos dar um mês de aviso prévio antes de nos demitir.

Dar um pulo na casa de alguém: to drop by
I'm planning to drop by Alice's later, would you like to come along?
Estou planejando dar um pulo na casa da Alice mais tarde, você gostaria de ir junto?

Dar uma de bobo: to play dumb
Stop playing dumb!
Pare de se fazer de bobo!

Desculpa esfarrapada: lame excuse

Dia sim, dia não: every other day
Brad shaves every other day.
Brad barbeia-se dia sim, dia não.

É um abacaxi! It's a lemon!

Emprego sem futuro: dead-end job

Estar de ressaca: to have a hangover

Favela: shantytown, slum

Fazer um DOC: to make a wire transfer

Fazer vista grossa: to turn a blind eye

Filial: branch

Levar alguém a sério: to take someone seriously

Mão-de-vaca, pão duro: cheapstake

Meia-boca: cheesy, shoddy

Nariz entupido: stuffed-up nose

Novato: rookie

O cheque voltou: the check bounced

Pau-para-toda-obra: Jack-of-all-trades

Pegar em flagrante, no flagra: to catch somebody red-handed

Pegar o jeito: to get the hang of it

Procuração: power of attorney

Ralé: riffrad

Segurar vela: to be the third wheel

Trote telefônico:crank call

Um sobrado: a two-storey house
Mary lives in a two-storey house
Mary mora em um sobrado.

Uma batidinha, um arranhão (no carro): a fender-bender

Usar aparelho nos dentes: to wear braces

Virar-se: to get by
Harry can't speak English very well, but he know enough to get by.
Harry não fala Inglês muito bem, ma sabe o suficiente para se virar.
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