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07 dezembro 2009

Salsicharia Pavão: uma boa surpresa

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Hoje tive uma surpresa muito boa em termos de honestidade.
Uma vez a cada dois ou três meses eu vou à Salsicharia Pavão, lá no bairro Português, para comprar carne e alguns produtos brasileiros (como pão de queijo, claro), e foi o que fiz neste sábado depois de passar muito tempo sem aparecer por lá. Desta vez comprei pouca coisa, e achei estranho quando a compra passou dos $100, mas eu estava com muita pressa e havia pedido uma carne mais cara, então imaginei que esse era o motivo do alto valor.
Como seguro morreu de velho, à noite fui conferir o recibo para ver por que a carne tinha saído tão cara, e eis que quase caio de costas quando percebo vários itens caros que eu não havia comprado, tipo carne de porco e até uma tal de "farinheira". O valor das coisas que eu não comprei superava o valor das coisas que realmente comprei.

No domingo de manhã levantei e fui correndo à Salsicharia para reaver meu rico dinheirinho, mas esqueci de verificar no site o horário de funcionamento, e eles não abrem aos domingos.

Saí do trabalho hoje e fui para lá, mas já sem esperanças de reaver meu dinheiro, pois eu não tinha como provar o que não tinha comprado.
Cheguei lá e expliquei cuidadosamente à portuguesinha o que ocorrera. Como eles já haviam feito o fechamento do caixa no sábado, ela não tinha como verificar a informação que eu lhe dera, mas me disse que provavelmente a pessoa havia esquecido de fechar a conta do cliente anterior antes de passar a minha, aí pensei "pronto, agora sim é que eu vou ficar no prejuízo", mas que nada! Quando vi, lá estava ela me estendendo a mão com a diferença a mais do que eu havia pago.

Não é a primeira vez que isso acontece comigo. No Loblaws eu quase paguei coisas a mais duas vezes. Numa delas a moça do caixa passou o mesmo produto duas vezes na registradora, e da outra vez ela passou um produto que estava em promoção, mas quando ele foi registrado estava $3 dólares mais caro. Eu não tive dúvidas: pedi para ela cancelar o produto porque eu não ia levar.

Há algum tempo li que existe, em média, 25% de erro na hora de escanear ou cadastrar produtos no mercado, ou seja, o cliente paga 25% a mais do que realmente compra, então fica aí a dica para você ficar de olho na hora de passar suas compras no caixa, pois você pode estar pagando coisa que não comprou ou estar pagando mais por itens com preço errado.
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31 agosto 2009

Conhecendo o Canadá: Ottawa

In Canada's capital city of Ottawa, most tourists find themselves at Parliament Hill and the several blocks that radiate from there, since many of the city's museums, shops and points of interest are located within that radius. Near the Parliament is Byward Market, which dates back to the 1840s, offering farmer markets and craft stores that you can explore along some pedestrian-only streets.


24 agosto 2009

Conhecendo o Canadá: Ville de Québec

The many historical buildings and museums include Notre Dame Cathedral, the Information Center and the Musée du Québec (or the National Museum of Québec). Encircled by a three- mile-long stonewall, Québec City's downtown core has been inhabited for 400 years, and still looks as it did during the French regime. You can stroll through narrow winding streets and hidden courtyards, discovering marvelous one-of-a-kind shops and delightful bistros. Fashionable streets are lined with buildings of diverse architectural styles.


17 agosto 2009

Conhecendo o Canadá: Montréal

Montréal is a lively commercial capital, with an old port and numerous architectural highlights. From a belvedere atop Mount Royal, you can see that the downtown landscape showcases a towering glass and concrete silhouette. The city is firmly planted in North America, but has a distinct European flair, stylishly blending the old with the new. An excellent subway system connects the most extensive underground city in the world.



10 agosto 2009

Conhecendo o Canadá: Vancouver

On the western side of Canada's Rocky Mountains, Vancouver is a vast and beautiful outdoor playground encompassing the full gamut of outdoor adventures. It's likened to Hong Kong -- or at least a Western version - with a busy cruise and commercial port in the Burrard Inlet. Greater Vancouver's more than 1.75 million people comprise one of the most cosmopolitan mix of nationalities in the world.



03 agosto 2009

Conhecendo o Canadá: Calgary

Calgary is an oil capital and commercial center, with a rapidly growing population of young professionals attracted by the vibrant economic environment. It takes just a little over an hour to drive to the Rocky Mountain resorts in Banff National Park. Calgary has grown around the intersection of the Bow and Elbow rivers, and the city is divided into a four-quadrant grid, with the Bow River separating North from South, and Centre Street-Macleod Trail.



06 julho 2009

Toronto Beaches e Fringe Festival

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É uma vergonha, mas depois de quase 2 anos finalmente fomos conhecer as Beaches de Toronto. Como não somos muito chegados em praia, só fomos para pedalar mesmo, pois lá existe uma trilha muito boa, a Martin Goodman Trail. Saímos um pouco da trilha e chegamos perto das Ilhas.

À tarde a areia estava cheia de gente tomando sol, mas em momento algum as pessoas entraram na água, talvez por estar muito fria.

Para quem quiser dar umas pedaladas por lá é bom chegar cedo, pois a trilha fica cheia. Até o meio-dia pedalamos numa boa, mas depois ficou bem congestionado.

Como a Alexandra disse uma vez, Summer in Toronto is frustating. Eu explico: o verão é muito curto para todas as atividades oferecidas, e muitas vezes você quer estar em 2 ou 3 lugares diferentes ao mesmo tempo para conferir as atrações, mas é impossível. Desta forma, chegamos cedo às Beaches (9hs) para poder voltar cedo e assistir a uma peça brasileira de teatro no Fringe Festival.

"A Arte de Escutar" estava sendo encenada originalmente no Rio de Janeiro, mas a Southern Mirrors, que também é responsável pelo Brazilian Film Festival of Toronto, gostou tanto da peça, que resolveu encená-la aqui em Toronto. Em Inglês.

Quem me falou da peça foi a própria Juliana, que conheci quando veio visitar Toronto no inverno. Ela faz uma das personagens da peça lá no Rio de Janeiro e é uma pena que não possa vê-la atuando.

O texto é muito divertido, mas fiquei curiosa para saber o que o pessoal daqui achou, pois ela lida com alguns esteriótipos que são compreendidos por nós brasileiros, mas que aqui no exterior não sei como são encarados. Ficou curioso? Então vá conferir a peça que fica em cartaz até dia 11 deste mês.
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20 abril 2009

Top 10 Tips for Beating the Recession in Toronto

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Estava navegando pelo Toronto.com para ver o que estava acontecendo de interessante na cidade e acabei me deparando com 10 dicas de entretenimentos baratos. Vou copiar na íntegra, mas se você quiser, pode ir diretamente ao site.

Attractions, entertainment, transit, free nights and fun ways to check out the city for cheap.
(Stacey McLeod)

Economic times may be tough but luckily, Toronto’s a city that’s packed with free and cheap fun. Even if your wallet’s feeling empty lately, you can fill up your days with these 10 tips for keeping yourself -- and your kids -- entertained.

1. Take advantage of the city’s cultural neighbourhoods. Take your kids on cultural adventures through the city’s very different neighbourhoods, like Chinatown and Little India. Let them pick out food and drinks to try, stores to check out, parks to play in, and more. You can even find small, inexpensive items to return home with as a souvenir. It’s a great, cheap substitute for a day trip and with some research and planning before the adventure, it can be full of learning as well.

2. Take the TTC. If you’re used to driving into the city, try parking near a subway station and buying a weekend or statutory holiday day pass. One pass costs just $9 and is good for unlimited rides around the city for one adult and five children under the age of 19, or two adults and four children. Check out the TTC website for schedules, routes and fares.

3. Think of ways to do the things you love, but cheaper. Try movie nights at bars or indie theatres instead of the big, expensive ones. You might not see the blockbuster films of the moment, but you can still check out a great flick and grab some popcorn. Big fans of the zoo or CN Tower? Try cheaper attractions like Riverdale Farm and Historic Fort York.

4. Price out your local food shopping. It may be easier to buy all of your groceries in one shot, but it can be a lot cheaper to stop at a few places on your route home. Make a list of the items you buy on a regular basis and then do some price comparisons at your local fruit stands, grocery stores, cheese shops and even drug stores. Or, head to Kensington Market.

5. Go local and explore your own neighbourhood. Local shops, local restaurants and local bands. There’s tons of free music around the city and cheap eats to be found in smaller restos and bakeries around Toronto. Check our cheap eats article here.

6. Head outdoors. Check out Toronto Island, bike paths through the Don Valley Trail, walking trails, High Park, The Beaches, Trinity Bellwoods Park and more. They’re all fun spots to spend a sunny day. Check out maps of the City of Toronto’s outdoor areas here.

7. Take advantage of free Toronto festivals and public places. Toronto has dozens of free community festivals in the summer, like the Taste of Little Italy and Taste of the Danforth, but also Doors Open, Nuit Blanche, Woofstock and Caribana. Yonge-Dundas Square has free summer concerts on Sunday afternoons, and almost always has some sort of free, themed festivals on weekends. Check out our events page to see what's happening.

8. Keep an eye on the Harbourfront Centre. They regularly have free cultural, music, art and theatre events, and there’s free figure skating in the winter. Check out the Harbourfront Centre’s website here.

9. Many attractions offer free nights in the city. The AGO has free admission on Wednesday evenings from 6:30 p.m. to 8:30 p.m. and there are free times and discounts for children, seniors, and Ontario high school students and teachers. The ROM is free on Wednesdays from 4:30 p.m. to 5:30 p.m., and The National Film Board Mediatheque occasionally has free movie screenings, so check their schedule on their website.

10. Honest Ed’s. You can’t miss it and there’s a reason it’s been there this whole time -- it’s cheap. Take advantage of it! Check it out.

16 abril 2009

Art Galley of Ontario (AGO)

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Se você gosta de arte, a Art Galley of Ontario é seu lugar, mas assim como no ROM, reserve um dia inteiro para visitar o museu porque ele é imenso. Em 4 horas e meia conseguimos ver grande parte do acervo, mas não tudo.

É uma ótima oportunidade para conhecer a arte canadense, que não deixa nada a desejar a qualquer outra. No entanto, o que mais me impressionou foram as obras do pintor britânico pré-rafaelita Holman Hunt, que são de uma beleza ímpar por causa de seu colorido cheio de vida. Seus quadros parecem mais fotografias do que pinturas, dada a perfeição e riqueza dos mínimos detalhes.

Infelizmente (pelo menos para mim), tem muita arte contemporânea, dois andares cheios de obras que você olha e se pergunta o que aquilo está fazendo ali (“is this art?”). Eu me sinto um pouco ultrajada por este tipo de “arte”, pois para mim a arte é uma coisa elaborada, bela e produzida utilizando-se técnica e talento. Fazer rabiscos em uma tela branca ou grudar uma pia de banheiro na parede e dizer que aquilo é arte simplesmente não me convence.

Também não gosto muito quando filmam qualquer bobagem e exibem como “arte”, mas devo admitir que a exposição tinha algumas coisas interessantes, como a artista que estava questionando o fato de as mulheres aparecerem sempre perfeitas em pinturas, esculturas, e etc. O conceito é mais interessante que o resultado, mas mesmo assim vale a pena ser visto. Ela filmou todas as “imperfeições” do seu próprio corpo: unha encravada, cicatrizes, manchas, etc.

Para os que gostam de miniaturas e navios, existe uma centena deles no subsolo. São navios de todos os tipo e tamanhos, desde barquinhos a remo, passando por balsas, porta-aviões e navios guerreiros.

Enfim, eu poderia falar o dia inteiro sobre o que vi, por isso acho que vale a pena vocês fazerem uma visitinha ao museu.

Isabella and the pot of Basil - Holman Hunt

06 abril 2009

ROMwalk

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Depois de quase 2 anos finalmente fomos visitar o ROM, pois eu estava louca para ver uma exposição sobre o Egito Antigo e o Livro dos Mortos. Aliás, foi por causa do Egito que eu decidi fazer faculdade de História.

Ao contrário das exposições do MASP e do Ibirapuera em São Paulo, que ficavam lotadas, essa foi bem tranquila e conseguimos ver quase tudo que queríamos com certa calma. Só não deu para ver tudo porque chegamos no meio da tarde, então tivemos pouco mais de 3 horas para passear pelas galerias. Uma das exposições conta até com um exemplar da capivara brasileira, ao lado de um esqueleto gigante de elefante.

Em maio começam as caminhadas promovidas pelo ROM. São 40 roteiros de 2 horas a pé por 12 vizinhanças de Toronto, e o melhor disso é que é grátis! Está aí uma ótima oportunidade para conhecer a cidade e aprender um pouco sobre ela.

As caminhadas acontecem todas as quartas-feiras, às 6 da tarde, e aos domingos, às 2 da tarde.
Infelizmente não poderemos participar durante a semana, mas já estamos nos programando para alguns finais de semana.

Mais informações aqui.

09 janeiro 2009

Welcome neighbour!


A eleição de Barack Obama evidentemente foi muito importante para os americanos. Mas também é evidente que o "fenômeno Obama" afetou o Mundo inteiro de alguma forma, como pudemos ver nas comemorações e congratulações por toda parte no dia da eleição. Talvez isso seja particularmente perceptível aqui no Canadá, já que os Estados Unidos são o nosso único vizinho.

Esse fenômeno, mais o que meramente político (ou econômico), pode ser também cultural. Este mês, a rádio estatal canadense CBC2 lançou a campanha "Obama's Playlist" ou "49 Songs from North of the 49th Parallel". A idéia é presentear o novo presidente no dia de sua posse com uma lista de 49 músicas que melhor representem os canadenses. Um dos locutores descreveu a iniciativa como montar uma "cesta de quitutes" para dar de presente de boas vindas ao novo vizinho. Nesse caso serão "quitutes musicais".

Esta semana, os programas diurnos estão recebendo dos ouvintes, por telefone ou email, e também de personalidades canadenses, o máximo de sugestões dentro de cada estilo e toda a programação desse horário tem sido dedicada exclusivamente a executar essas sugestões. Com isso será montada uma grande lista para que, na semana seguinte, os ouvintes possam votar e eleger as 49 mais importantes. Além de sugerir músicas compostas ou interpretadas por canadenses, os ouvintes têm também que justificar a sua escolha, dizendo por que aquela música representa bem o Canadá. No dizer de uma outra locutora, a idéia é mostrar ao presidente, através da música, quem são os canadenses.

Glenn Gould, Oscar Peterson, Neil Young, Alanis Morissette, Avril Lavigne, Howard Shore... os mais variados estilos musicais contam com importantes nomes canadenses. Sem dúvida muita coisa boa vai aparecer. E eu compartilho da idéia de que a arte seja talvez o caminho mais curto para se compreender o íntimo de uma cultura. Por isso, desde que cheguei, estou tentando ler, assistir e ouvir o máximo de artistas canadenses.

É claro que ainda não estou aqui há tempo suficiente para poder sugerir alguma música ou artista que melhor capte a alma canadense, mas estou aproveitando a oportunidade para aprender mais sobre esse universo musical que nem sempre é tão divulgado. No programa de música clássica, Tempo, estou conhecendo excelentes compositores canadenses de quem nunca tinha ouvido falar, e apreciando intérpretes de primeira linha que eu nem sabia que eram daqui, além de prestigiar os que eu já conhecia. Passo o dia ouvindo o programa (das 10 às 3 - ainda bem que início de ano ainda não tem muito trabalho...) e depois vou na playlist tomar nota do que mais me agradou. E já ouvi de tudo um pouco, até um arranjo para metais do Tico-tico no Fubá!

Para quem quer conhecer mais da música canadense (ou para quem nem sabia que isso existia) fica aqui a dica.

17 novembro 2008

Contando moedinhas...

Este post, que eu já venho adiando há algum tempo, eu estou escrevendo especialmente para a minha querida Jeanne, embora talvez ele possa ser útil a outras pessoas que tenham a mesma desafinidade com Matemática. Vou falar sobre as moedas canadenses e como elas são conhecidas. Embora, como em qualquer parte do mundo, cada moeda tenha um valor numérico, aqui, a exemplo de outros países anglófonos, cada moeda tem também um nome. E a maioria das pessoas só se referem a elas por esse nome, sem nenhuma menção ao seu valor. Por isso, se você gosta de dar (e receber) o troco certinho, como se já não bastasse o trabalho de ter que memorizar o tamanho e cor de cada moeda, é indispensável também conhecê-las pelo nome para evitar confusão! Talvez por isso quase todo estabelecimento comercial tenha em frente ao caixa um jarro onde as pessoas largam as moedinhas do troco que não querem conferir.

O Canadá adotou para as suas moedas quase sempre os mesmos nomes usados nos Estados Unidos, o que é compreensível. Até o nome da unidade monetária é o mesmo: Dollar, e os formatos e cores também são equivalentes. Apenas as figuras são diferentes. Por isso é muito comum receber moedas americanas no meio do troco, e algumas máquinas que aceitam moedas em alguns estados americanos costumam ter cartazes pedindo encarecidamente aos usuários que não utilizem moedas canadenses (pois elas são aceitas como as americanas, embora seu valor seja um pouquinho menor).

As moedas canadenses são:


pennynickeldime


quarterhalf-dollar


loonietoonie


O nome penny para a moeda de um centavo é usado em quase todos os países de língua Inglesa. Porém aqui na América do Norte o plural de penny é sempre pennies, enquanto no resto do mundo anglófono costuma-se usar pence como plural quando se refere ao valor em centavos (e pennies quando se fala da quantidade de moedas). Realmente aqui eu nunca ouvi ninguém falar pence em nenhuma circunstância, e alguns até nem sabiam do que eu estava falando quando mencionei essa denominação.

A moeda de 50 centavos é chamada de half-dollar ou 50¢ piece. Mas quase nunca se encontra uma. Só sei que elas ainda estão em circulação porque cheguei a receber duas nos meus primeiros dias aqui, mas depois disso nunca mais vi nenhuma. Se eu soubesse como são raras, teria guardado até hoje! Aliás, muita gente faz exatamente isso, tornando-a ainda mais rara. É também (pelo que me lembro) a mais grossa.

O loonie e o toonie, respectivamente 1 e 2 dólares, são moedas que não têm equivalente nos Estados Unidos. Os americanos chegaram a cunhar algumas moedas comemorativas de 1 dólar, mas lá o valor unitário é representado por uma nota, que também tem um apelido: greenback (por causa de uma cédula da época da Guerra Civil, que era verde só no verso). Como o Canadá não tem mais a nota de um dólar canadense, mas apenas a moeda, os noticiários, quando falam sobre a cotação do dólar, costumam dizer, por exemplo, loonie versus greenback (para evitar ficar falando dólar daqui ou dólar dali, o que poderia gerar confusão).

Loonie é o diminutivo de loon, nome da ave que está cunhada na moeda. Em francês, essa ave se chama huard, e é assim que chamam a moeda em Quebec. Para manter a rima, eles chamam a moeda de dois dólares de polaire, pois ela tem cunhado um urso polar.

Outra peculiaridade do loonie é que, embora seja redondo por fora como qualquer moeda típica, a parte interna da borda não é uma circunferência, mas um hendecágono (polígono de 11 lados), o que (teoricamente) a torna mais difícil de confundir mesmo com as raras moedas de um dólar americanas.

Saber os nomes das moedas é importante porque os comerciantes nunca se referem a elas pelo valor, apenas pelos nomes. Eu aprendi isso logo na primeira semana aqui, quando precisava de moedinhas para lavar a roupa e fui trocar uma nota no Rabba. O caixa perguntou se eu queria loonies ou toonies. Levei alguns (irritantes) segundos até lembrar do que ele estava falando. E outro dia a Jeanne comprou alguma coisa e, para facilitar o troco, a caixa perguntou se ela não tinha um penny. Não sabendo do que ela estava falando, ela deu um toonie. Imaginem a cara que a mocinha fez...

27 julho 2008

Festival Peruano

Umas amigas peruanas e uma boliviana estavam nos cobrando há algum tempo para levá-las para comer feijoada. Pois bem, todo último domingo de cada mês é oferecida uma feijoada beneficente lá no bairro português e hoje resolvi cumprir minha promessa, mas demos com a porta na cara porque ao invés da tradicional feijoada resolveram fazer um churrasco lá no High Park mas se esqueceram de atualizar a programação no site deles.

Como elas queriam comer comida brasileira de qualquer jeito resolvemos ir ao Brazilian Star, que não é o melhor restaurante brasileiro por aqui, mas era o mais perto. Para nossa "sorte" ele havia fechado há 1 semana para reformas por tempo indeterminado.

Nossa última alternativa seria o Rio 40° que é bem melhor que o Brazilian Star, mas iríamos demorar para chegar lá. Eu já estava verde de fome e perguntei se elas não queriam comer outra coisa. Não, queriam comida brasileira.

Felizmente o restaurante estava aberto mas absolutamente lotado. O atendimento foi bem demorado mas elas adoraram a comida e resolveram nos carregar para um festival peruano no City Hall para comemorar o "Dia do Peru" que é amanhã.

O que menos vimos lá foi música ou dança peruana. Teve apresentação de danças do México, Chile, Argentina (tango dançado por chinesas), Espanha, Egito, Índia, Turquia, Escócia, Bulgária e pasmem...Brasil! Sim, trouxeram um pessoal para dançar salsa-samba (???) e no final saíram sambando no meio do povo. Está aí o vídeo para provar. A qualidade da imagem não é das melhores porque filmei com câmera fotográfica, mas dá pra ter uma idéia...e eu continuo devendo a feijoada para o pessoal.


13 abril 2008

"Cine Brasil"

Ontem foi um daqueles dias em que sentimos falta de algumas coisas que nos eram familiares no Brasil. Em geral sentimos mais isso no hora das refeições...
De qualquer forma, tentamos comer pizza em mais um restaurante italiano, mas ainda não foi desta vez que conseguimos encontrar algo que se pareça com as pizzas de São Paulo (e nem com as cantinas de São Paulo, neste caso). Mas também não se pode esperar muito.
De qualquer forma, depois da janta fomos procurar alguma coisa para ver no cinema aqui do lado e qual não foi a nossa surpresa ao ver em cartaz "The Year My Parents Went on Vacation". Trata-se de "O Ano em que meus Pais Saíram de Férias", filme que já tínhamos visto em São Paulo, mas que decidimos ver de novo aqui, porque a Jeanne queria escutar um pouco de Português, e porque o filme mostra bastante a cidade, ou pelo menos um pedaço dela, o Bom Retiro, que eu freqüentava bastante.
É um filme de Cao Hamburguer, que eu já conhecia muito bem como diretor de excelentes curtas de animação stop motion (com massa de modelar). Este seu segundo longa-metragem (o primeiro foi "Castelo Rá-Tim-Bum, o filme", versão para o cinema da série infantil que ele já dirigia na TV Cultura.) concorreu ao Urso de Ouro em Berlim, além de ter sido o escolhido para (tentar) representar o Brasil no Oscar, à frente do aclamado "Tropa de Elite" e de "O Cheiro do Ralo" (meu favorito), mas não conseguiu a indicação.
Quanto à minha opinião, eu já tinha achado o "Castelo...", apesar da boa trilha sonora do sempre formidável André Abujamra, bastante competente (como filme para crianças) mas não muito mais do que isso, o que, na verdade, não é dizer pouco, tendo em vista as porcarias que os brasileirinhos têm que engolir no cinema (5 minutos de qualquer filme da Xuxa já são suficientes para me deixar profundamente deprimido). Este "O Ano..." é um filme bom, sem dúvida, e mereceu os muitos elogios que recebeu, mas me pareceu um pouco mal acabado ou desarticulado. A ambientação nos anos 70 deixa um pouco a desejar em alguns momentos, algumas personagens importantes ficaram um tanto bidimensionais, como o velho Shlomo, cuja história pessoal, provavelmente muito interessante e relacionada com os eventos da época, não é nem sugerida em nenhum momento, e a ditadura, uma referência importante na trama, aparece muito pouco. Também sofre com a inevitável comparação com o grande "Quando Papai Saiu em Viagem de Negócios" e com o recente argentino "Kamchatka". Mas o bairro do Bom Retiro é bem retratado, a Copa de 70 também aparece bem, sem exageros, os atores são bons, mesmo as crianças, e a trilha sonora (desta vez a cargo de Beto Villares), se não é extraordinária, é sem dúvida muito bonita e cuidadosa, fazendo jus ao cenário multicultural.
Não sei se eu teria ido duas vezes ao cinema para ver esse filme (fiz isso em pouquíssimos casos muito especiais), mas é claro que ver o filme com legendas em Inglês, em meio a gringos, não deixa de ter um sabor diferente. Por mais que eu tentasse evitar, não para não ficar imaginando o que será que os gringos estavam entendendo de tudo aquilo. O filme, é claro, faz muitas referências que só brasileiros entenderiam, e as legendas, como também era de se esperar, traduzem no máximo 80% do que está sendo dito (sem mencionar as entrelinhas). Isso me fez pensar, mais uma vez, no quanto estou perdendo quando vejo um filme estrangeiro, ou mesmo diálogos em língua estrangeira em filmes americanos (o (péssimo) "Turistas", em cartaz na televisão aqui, também dá uma boa idéia dessas perdas, mas não vale a pena nem por isso). Mas espero que tenha sido divertido para os canadenses também. Pelo menos não vi ninguém levantar no meio do filme.
Encontramos esse filme totalmente por acaso, mas depois eu pesquisei e descobri que está em cartaz em ainda mais um cinema de Toronto, o Cumberland, perto da Yonge & Bloor, que sempre passa filmes estrangeiros. Fica aqui a recomendação.

30 janeiro 2008

E a idéia foi aprovada

A idéia de se criar "Afrocentric schools" foi aprovada ontem no debate da TDSB com base na premissa de que a comunidade negra alega que suas crianças não estão ativamente engajadas na educação que lhes está sendo fornecida, não há encorajamento, incentivo.

Anthony Hutschinson, economista e professor engajado em causas sociais concorda com a afirmação mas diz que a coisa é um pouco mais complexa. Segundo ele, os estudantes se sentem "bored" e marginalizados nas escolas sim mas em um trabalho que ele desenvolveu com 100 famílias constatou que 80% não davam nenhum apoio ou incentivo à educação dos filhos e muitas vezes havia gritaria e discussões nas casas.

Hutchinson é veementemente contrário à decisão de se criar "Afro-centric schools" e culpa o próprio sistema de ensino pela marginalização dos estudantes. Ele ainda diz que a crença de que as crianças negras teriam um melhor desempenho se lhes fossem ensinadas suas identidades social e cultural na escola é estupidez.

O ponto alto do debate foi quando Loreen Mall, mãe de um jovem de 15 anos que foi morto em sua escola em maio de 2007, fez um apelo contrário à criação do novo esquema. Ela citou Martin Luther King, que assim como outros "pais", lutou para que brancos e negros pudessem ser iguais e andar juntos na frente do ônibus. Para ela, esse debate está levando à segregação de ambas as partes, quando na verdade elas deveriam ser uma só.

Apesar de várias opiniões contrárias a idéia foi aprovada mas ainda não se sabe onde será implementada, se nas escolas primárias ou secundárias ou qual será a cara do novo currículo escolar.
(Leia toda a reportagem aqui)

Confesso que esse debate me deixou bastante preocupada. Todos sabemos que Toronto é uma cidade multi-cultural com 49% de sua população nascida fora da América do Norte e isso deveria ser suficiente para que todo preconceito e segregação fossem coisas inimágináveis por aqui, mas essa discussão revelou exatamente o contrário.

Tenho visto algumas pessoas falando contra a imigração apesar de todo o esforço do Governo a favor dos imigrantes. O que me preocupa é o futuro, já que Toronto apresenta sinais de abundância de mão-de-obra para as vagas de trabalho existentes em alguns setores. Além disso, os salários são baixos se comparados ao alto custo de vida da cidade.

Será que daqui a uns 10 anos enfrentaremos problemas tão conhecidos por nós como pobreza, violência, desemprego e injustiça social? Não que isso não exista aqui, mas os números são bem menos assustadores do que aqueles com os quais estamos acostumados.

Uma propaganda na TV que diz que mais de 1 milhão de canadenses não conseguem pagar aluguel e alimentação ou aluguel e energia elétrica ao mesmo tempo. Os números são ínfimos perto do Brasil, mesmo porque nossa população é gigantesca, mas mesmo assim 1 milhão é muita gente.

Mais da metade dos imigrantes vêm para Ontário, mais especificamente Toronto. Não seria hora de mostrar ao mundo que o Canadá não é só Toronto, Montreal ou Quebec City?

Nós mesmos estamos pensando seriamente se ficaremos em Toronto ou não. Adoramos a cidade mas percebemos que ela está "inchando" a cada dia sem que tenha condições de melhorar sua infra-estrutura (alguém aí lembrou do TTC?).

Uma alternativa para contornar a falta de dinheiro é a criação de novas taxas e qual não é a minha surpresa quando vejo que a idéia de se criar uma "taxa do lixo" está cada vez mais forte. Eu já vi esse filme antes e não gostei!

29 janeiro 2008

Escola alternativa para afro-descendentes

A Toronto District School Board (TDSB) discute esta noite a criação de escolas para afro-descendentes. Segundo o relatório Improving Success for Black Studants 40% dos estudantes negros não conseguem terminar seus estudos (leia a reportagem aqui).

A idéia é ter até Setembro de 2009 uma escola "alternativa" na qual sejam ensinadas a cultura e a história dos afro-descendentes, por exemplo. A primeira parte deste projeto começará em setembro deste ano com a implementação de um projeto piloto de 3 anos.

A TDSB adverte que não se trata de uma "escola para negros" mas sim para pessoas que usem fontes de conhecimento e experiências de povos africanos como base para o ambiente de ensino e aprendizagem.

Essa polêmica me lembra uma outra sobre a criação de cotas para negros nas universidades brasileiras, mas isso já é outra história.

E você, é contra ou a favor da idéia da TDSB de criar uma escola "alternativa" para a cultura negra?

19 novembro 2007

Voluntariado

Através do blog do Gean ficamos sabendo do I Brazilian Film Festival of Toronto e resolvemos nos candidatar a voluntários no evento.

Fomos escalados para o último dia do Festival que foi ontem lá na Bloor Street.

Saímos de casa tranquilamente quando notamos que havia alguma coisa estranha no subway, pessoas com chifrinhos de rena, chapéu de Papai Noel...oh, era dia de Santa Claus Parade e ia começar justamente no horário em que teríamos que estar no cinema.

Descemos na Bathurst e resolvemos encarar a multidão, afinal o Festival precisava de nós! Empurra daqui, cotovelada dali e não saímos do lugar. Resolvemos então voltar, mas como??? A multidão não andava pra lado nenhum!

Meia hora depois, já suados de tanto contato com "calor humano" conseguimos percorrer os 2 metros que precisávamos para nos livrar dos "espectadores".

Que solução a não ser dar a volta no quarteirão e tentar a sorte? Foi a nossa salvação porque lá o pessoal tinha feito uma filinha para ir e outra para voltar então não tinha tanto empurra-empurra.

Já no 506 da Bloor fomos tomar nossos postos de voluntários. O Pedro e eu nos revezamos recolhendo as entradas e distribuindo pesquisa. Quando a coisa ficava mais sossegada dávamos uma espiadinha nos filmes.

O que eu consegui ver foi o "Minhocão", que como o próprio nome diz, é um documentário sobre o Elevado Costa e Silva em São Paulo.

Sinceramente fiquei sem saber qual era a desse documentário porque havia vários depoimentos desencontrados de pessoas que moram em frente ao Minhocão. Também mostraram um senhor nordestino que morou na rua por um tempo até conseguir comprar um cantinho lá por perto.
Tudo muito feio, muito pobre e sem sentido. Vazio de crítica social ou de qualquer coisa que fosse. Sem objetivo, totalmente descritivo.

Fiquei chateada porque temos coisas tão bonitas no Brasil mas os cineastas teimam em mostrar somente a pobreza, a miséria e de uma forma descontextualizada. A impressão que dá é que só existe isso por lá.

Um exemplo da falta de criativiade do filme foi o depoimento de um senhor que tinha uma loja em um dos prédios comerciais perto do Minhocão. Ele começou trabalhando lá como funcionário até que conseguiu juntar dinheiro e comprar o estabelecimento. Estabelecimento de quê? Como ele conseguiu juntar esse dinheiro? Que tipo de freguesia ele tem? A loja dele é um ponto tradicional ou de referência para os moradores da região? Não, sei! O que sabemos é que de funcionário ele passou a patrão, e só!

Mas tem a parte boa que foram as tomadas aéreas da cidade. Eu adoro São Paulo e enquanto via aquelas imagens ia dando um aperto no coração. Acho que foi a primeira vez que senti tanta saudade.

Tenho certeza de que se o filme tivesse sido dirigido pelo Antônio Abujamra em parceria com o Gregório Bacic eles conseguiriam fazer algo impressionante. Basta ver os "malucos" que o Bacic descobre no Centro de SP; só eles já dariam pano pra muita manga!

Mas opinião é algo muito particular e essa é a minha. Ainda bem que tem gente que discorda e com isso fazemos o mundo girar. Os canadenses amaram o filme! Um inclusive, veio lamentar que achava uma pena ter tão poucas pessoas na platéia porque os filmes são excelentes. Pois é, talvez para o pessoal que está fora da realidade isso seja algo diferente. Pra mim não, eu via isso todo dia.

06 novembro 2007

Você sabe o que é Tempo?

Olhe bem para essa foto. Você reconhece esta praça?

Se você falou que é a pracinha do Centre for the Arts de North York acertou! Mas você já prestou atenção nela?

Então olhe para o chão e preste atenção na disposição dos bancos e marcas no chão.

Agora olhe para cima; tem uma espécie de "cobertura vazada" sobre esses banquinhos. Percebeu? Eles formam notas musicais; isso é uma partituta, ou melhor, parte dela.

Esta escultura também faz parte da praça e se chama "Tempo". Quando vi isso pensei: "que legal, o nome da escultura está em Português!". Santa ignorância! Ainda bem que eu tenho o Pedro que entende de música.

"Tempo" é uma palavra italiana para medir a velocidade com que se vai tocar as notas musicais, daí todos esses objetos estarem dispostos na praça de forma a dar a impressão de partitura. Achei genial!

30 outubro 2007

Let's all hate Toronto

Tá todo mundo falando.
Confesso que a primeira vez que ouvi falar desse documentário fiquei confusa e me perguntando: por que odiar Toronto?

O co-diretor, Mr.Toronto, é um personagem fictício que parte para uma "Toronto Appreciation Tour" e viaja de costa a costa no Canadá tentando descobrir porque Toronto é uma cidade tão odiada.

A rivalidade começa em Hamilton por causa do futebol e isso pode explicar um pouco o título do filme, mas não pára por aí. O responsável pela façanha é um jornalista da CBC nascido em Montreal e com isso não preciso falar mais nada.

Entre as razões para se odiar a cidade, além do Maple Leafs, estão a poluição e a violência. Violência???

O único momento que assisti foi quando Mr. Toronto sai às ruas na Nuit Blanche e recebe centenas de abraços, inclusive do "mayor" de Toronto.

Segundo alguns o filme é mais uma declaração de amor do que de ódio à cidade e vale a pena ser visto para se conhecer o Canadá.

Bom, eu ainda não assisti e por isso não posso opiniar, mas fica aí a dica para quem quiser se arriscar.

Site Oficial: Let's all hate Toronto
Blog do Mr. Toronto


30 abril 2007

Casa Loma


A Casa Loma definitivamente é um lugar que qualquer ser humano que passe por Toronto não deve deixar de visitar. Em forma de castelo, começou a ser construída em 1911 por Sir Henry Pellat (06/01/1859 - 08/03/1939), que só finalizou sua construção 3 anos depois. Durante algum tempo foi a maior residência da América do Norte com um custo estimado em 3,5 milhões de dólares e mais 1,5 milhão só para mobiliá-la.

Além de acionista da firma de seu pai, Pellat and Pelat, Sir Henry foi soldado canadense e tornou-se cavaleiro em 1905 devido a serviços prestados na milícia Quuen's Own Riles of Canada.

Sua fortuna foi adquirida através de investimentos em hidrelétricas e linhas ferroviárias no Canadá, porém, a Casa Loma tinha um custo de manutenção muito alto e com a Grande Depressão de 1929 ele acabou tendo que vendê-la por motivos financeiros.

Chegaram a pensar em demolir a Casa mas felizmente a prefeitura, em 1937, resolveu fazer dela um museu e abri-la para visitação pública.

A Luciane diz em seu blog que a escola do professor Xavier do filme X-Men "fica" no interior da Casa. Agora terei que assistir esse filme!
Aproveite e passe no blog dela para ver mais fotos.

Um outro filme também teve uma cena de casamento rodada na Casa, chama-se Um toque de rosa. É uma comédia romântica e apesar de não gostar muito desse gênero, acho que vai entrar pra minha lista de coisas que preciso assistir.

O ingresso custa CAD$ 17 e o endereço é:

1 Austin Terrace
Toronto, ON M5R1X8

(416)923-1171
http://www.casaloma.org