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11 novembro 2009

Montréal & Ottawa

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Na semana passada estivemos em Montréal, a parte francesa do Canadá.
Ficamos na casa de amigos, que gentilmente se ofereceram para hospedar um casal de bárbaros e um cachorro macho, pero no mucho (obrigada à Lídia, Cláudia, Zé e Leopoldo).

Adoramos a cidade, que ao contrário de Toronto que é cheia de franquias, tem vários cafés e bistrôs pipocando por toda a cidade. Realmente a opção gastronômica lá é bem mais diversificada e saudável.

Apesar do Pedro falar Francês fluentemente (e eu só um básico BEM básico), não tivemos problema nenhum com o idioma. Ele usou o Francês na maioria das situações, mas as pessoas insistiam em falar Inglês comigo. Será que minha pronúncia é tão ruim assim? rsrsrs

Não tivemos tempo de ver muita coisa porque a viagem foi bem rápida, mas conseguimos conhecer Old Montréal, que é simplesmente linda. Infelizmente, as fotos não conseguem captar a beleza do lugar, então sugiro que você vá pessoalmente para admirar todo o charme.

Em Old Montréal visitamos um sítio arqueológico no subterrâneo da capela de Notre-Dame de Bon Secours, que também possui o Museu Marguerite Bourgeoys, nome da freira que fundou a igreja. Para mim foi uma experiência ímpar, já que entrei na faculdade de História pensando em ser arqueóloga, mas nem todos têm o privilégio de ser Indiana Jones.

De Old Montréal seguimos para Downtown, que tem muita coisa para ser vista, mas só conseguimos explorar um pouco da Rue Ste. Catherine e suas redondezas. Downtown nos lembrou um pouco São Paulo, com o contraste das novas construções e igrejas antiquíssimas no meio de todo o concreto.


Havíamos ouvido muitas críticas negativas sobre o sistema de metrô, mas nós adoramos e só comprovamos o contrário. Os trens têm uma velocidade muito superior aos trens de Toronto e, coincidência ou não, todas as vezes que chegamos nas estações esperamos quase nada pelo próximo trem.
O nível de lotação também é menor, mesmo na linha verde, que serve shopping e universidades. Tivemos a oportunidade de pegar essa linha no horário de pico, e apesar de cheia, ainda não chegou no nível de formigueiro da Bloor Station aqui em Toronto. Claro que essa é minha visão de turista; quem mora na cidade pode ter uma outra impressão.

Já quanto ao quesito sujeira, ambos empatam. Eu acho que deveriam proibir as pessoas de entrar com comida e bebida nos trens porque é incrível a quantidade de lixo que se deixa nos vagões.

Enfim, na volta passamos bem rapidinho por Ottawa, a capital do país, mas nem chegamos a descer do carro; apenas passamos em frente ao Parlamento e ao Rideau Canal.

Na ida para lá notamos que nevou de leve durante a noite, e ficamos com medo de pegar neve na estrada, mas confirme íamos nos afastando da província de Quebec a temperatura ia aumentando.

O pouco que vimos nos pareceu bem bonito, mas o trânsito estava absolutamente infernal. Era impossível ir de uma esquina a outra em menos de 5 minutos. Acredito que seja por causa das obras em Downtown.



Downtown Ottawa

Resultado do passeio: amamos Montréal, e nossa ida só fortaleceu ainda mais o plano original de imigração, que era ir para lá. Acho que a parte mais gostosa foi poder falar Francês na rua.
Pretendemos fazer uma viagem a Quebec Ville na primavera, e tenho a impressão de que será melhor que Montreal.
Apesar de estarmos flertando com a parte francesa, adoramos Toronto e continuaremos morando por aqui por um bom tempo, mas sabemos que não será para sempre.
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31 agosto 2009

Conhecendo o Canadá: Ottawa

In Canada's capital city of Ottawa, most tourists find themselves at Parliament Hill and the several blocks that radiate from there, since many of the city's museums, shops and points of interest are located within that radius. Near the Parliament is Byward Market, which dates back to the 1840s, offering farmer markets and craft stores that you can explore along some pedestrian-only streets.


24 agosto 2009

Conhecendo o Canadá: Ville de Québec

The many historical buildings and museums include Notre Dame Cathedral, the Information Center and the Musée du Québec (or the National Museum of Québec). Encircled by a three- mile-long stonewall, Québec City's downtown core has been inhabited for 400 years, and still looks as it did during the French regime. You can stroll through narrow winding streets and hidden courtyards, discovering marvelous one-of-a-kind shops and delightful bistros. Fashionable streets are lined with buildings of diverse architectural styles.


17 agosto 2009

Conhecendo o Canadá: Montréal

Montréal is a lively commercial capital, with an old port and numerous architectural highlights. From a belvedere atop Mount Royal, you can see that the downtown landscape showcases a towering glass and concrete silhouette. The city is firmly planted in North America, but has a distinct European flair, stylishly blending the old with the new. An excellent subway system connects the most extensive underground city in the world.



10 agosto 2009

Conhecendo o Canadá: Vancouver

On the western side of Canada's Rocky Mountains, Vancouver is a vast and beautiful outdoor playground encompassing the full gamut of outdoor adventures. It's likened to Hong Kong -- or at least a Western version - with a busy cruise and commercial port in the Burrard Inlet. Greater Vancouver's more than 1.75 million people comprise one of the most cosmopolitan mix of nationalities in the world.



03 agosto 2009

Conhecendo o Canadá: Calgary

Calgary is an oil capital and commercial center, with a rapidly growing population of young professionals attracted by the vibrant economic environment. It takes just a little over an hour to drive to the Rocky Mountain resorts in Banff National Park. Calgary has grown around the intersection of the Bow and Elbow rivers, and the city is divided into a four-quadrant grid, with the Bow River separating North from South, and Centre Street-Macleod Trail.



12 abril 2009

Jackson's Point

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Aproveitamos o feriado na sexta-feira para fazer um passeio ao norte de Toronto. Começamos pelo Sibbald Point Park, onde estivemos no ano passado, e esta foi a maravilha que encontramos:

Paramos para um lanche no spa The Briars, onde fomos atendidos pelo Omar, o garçom mais bem humorado que já encontrei.


E o resto ficou por conta da natureza, que mesmo com cara de inverno, estava linda. Fico imaginando quando tudo estiver florido! Encontramos corvos, gansos, esquilos e até uma raposa.





04 março 2009

Férias em retratos

Nossas curtíssimas 2 semanas de férias foram corridas e quentes, mas comi tudo o que eu tinha direito!
:)

Pelo trânsito parado não tinha como dizer que não estávamos em SP. Eu fiquei tensa como antigamente ao parar nos semáforos, achando que poderia ser assaltada a qualquer momento. Gato escaldado tem medo de água fria.
Depois de 10 horas de vôo e 7 de ônibus, finalmente cheguei à casa dos meus pais, onde minha mãe sempre me peguntava o que eu queria comer no almoço. Feijão e arroz, CLARO!
Difícil foi reunir todo mundo em casa no mesmo horário.
No fim da semana o Pedro foi deixar a mãe em Curitiba e deu uma esticadinha até Ponta Grossa para me buscar. Comigo, levei 3 malas de 30 quilos, tudo que havia deixado na casa dos meus pais quando imigramos.
Depois de uma longa viagem, acabamos chegando em SP numa sexta-feria em horário de rush. Não tivemos dúvida, paramos no shopping Villa-Lobos para esperar o trânsito melhorar e tomar o melhor café do mundo!
E a andança não parou no dia seguinte. Mais 5 horas de ônibus para Matão. Fomos visitar um irmão do Pedro.

De volta a SP, abro a janela do meu quarto às 8h30 da manhã e me deparo com essa multidão de carros na Av. Vicente Rao X Av. Vereador José Diniz.
Hora de pegar a estrada de novo e levar minha sogrinha para casa, em São José dos Campos.
Mas SP não tem só trânsito; tem muita coisa boa, tais como meu querido amigo Renato, que nos deu casa, comida, carro e roupa lavada! Anfitrião como este não se encontra facilmente. Nós nos conhecemos há quase 15 anos e ele sempre foi meu melhor e mais caro amigo. Agora estamos esperando sua visita por aqui.
Tem também a picanha do Juarez...
... e seus fiéis frequentadores:
A pizza (fiorentina/torinese) da Pizzaria 1900...
... o croquete de filé mignon com alho poró do Caverna Bugre ...
... e o maravilhoso Filé Alpino como prato principal:
E para finalizar, CHURRASCO! Não paguei o mico de tirar foto do espeto de picanha, mas fica aí a foto da salada de mussarela de búfala, tomate seco, aspargos, palmito e alcachofra.
Hora das compras, mas achei tudo muito caro, não tive coragem de comprar muita coisa.
Também utilizamos o transporte público ...... que por volta das 10 da noite estava vazio, o que me surpreendeu:

Andamos a pé pela Av. Paulista:

Tomamos muita H2Oh por causa do sol escaldante:
E voltamos satisfeitos para casa à noite.
Planejamos tudo para voltar antes do Carnaval, pois esta não é nossa praia.

16 agosto 2008

Malas


A compra das malas foi um grande dilema para nós porque lemos muitas opiniões divergentes mas a maioria falava que era melhor comprar malas de boa qualidade por causa da forma como elas eram (mal) manuseadas no aeroporto.

Depois de nossa vinda para cá e de uma ida aos EUA chegamos à conclusão que não vale a pena gastar dinheiro com malas caras porque nas duas viagens que fizemos elas foram danificadas.

Quando viemos do Brasil uma de minhas malas (novinha em folha) chegou com o (grosso) tecido rasgado e na outra vez quebraram uma das rodinhas e a sujaram toda. Portanto, se você não quiser disperdiçar seu rico dinheirinho nem pense em comprar algo de alta qualidade porque existe uma grande possibilidade de que sua mala não chegue no mesmo estado em que saiu do Brasil.

E o que fazer se sua bagagaem foi muito danificada?

Em casos de dano, a bagagem deve ser retirada da esteira do aeroporto pelo passageiro, que precisa comunicar o problema à empresa aérea. Um relatório será preenchido em três vias (uma fica com o passageiro) contendo todos os detalhes sobre os danos, apontando até mesmo as possibilidades de reparo.
A empresa aérea imediatamente promoverá investigação e se responsabilizará pelo pagamento de indenização ou reparo, na forma da lei, ressalvados os casos de dolo, má-fé, ou, ainda, embalagem inadequada para transporte.
A empresa aérea não aceita reclamações referentes a dinheiro, jóias, máquinas fotográficas, filmadoras e outros objetos de valor. O passageiro deve ler atentamente a contra capa do bilhete de passagem, onde constam as limitações de responsabilidade da empresa aérea no transporte da bagagem.
Ao deixar para reclamar de dano, violação ou extravio, por carta, o passageiro está sujeito a prazos imprevisíveis para receber indenizações.

22 março 2008

Milton

Aproveitamos que sexta-feira foi feriado e fizemos uma visitinha à Mirela em Milton, pacata cidadezinha que fica a 40 km de Toronto.

Estivemos em Milton pela primeira vez em agosto do ano passado, quando fomos visitar a Ana Celia, mas ainda não tínhamos conhecido a cidade, que nos foi gentilmente apresentada pelo Mauro num "tour gratuito".

Tem cara de cidade de interior mas está crescendo rapidamente e isto pode ser percebido através da enorme quantidade de casas que estão sendo construídas.
Não entendo patavinas de mercado imobiliário, mas acredito que aquela seja uma área promissora e que em 5 ou 10 anos os imóveis estarão bem mais valorizados.

Para chegar até lá usamos o Go Transit. Pegamos um ônibus na Union Station e em 1 hora estávamos na estação de Milton. Eu queria mesmo é ter ido de trem mas ele só funciona durante os dias úteis em determinados horários.

Conhecemos a mais nova integrante da família, a Marina, que é muito fofa e um anjo de criatura; ficou quietinha o tempo todo.

Para quem conhece a Mirela, sabe que quando estamos com ela a hora voa e papo vai, papo vem, acabamos perdendo a noção da hora e a volta a Toronto foi uma aventura.

Achamos que teria um ônibus às 9 da noite, mas este passou direto e só conseguimos embarcar às 9h30. Nada demais se o local não fosse um deserto a céu aberto com temperatura negativa e um ventinho pra lá de gelado.
A viagem que demorou 1 hora na ida ganhou mais meia hora na volta e só chegamos à Union Station lá pelas 11 da noite.
A parte boa da volta foi que passamos pelo centro de Mississauga, e como o próprio Mauro falou, a cidade é bem parecida com Toronto, cheia de prédios e comércio. Grande parte dos empregos na área de informática estão por lá.

Termino o post agradecendo à Família 4M pela adorável tarde que passamos dando muita risada e contando "causo". Agora esperamos vocês aqui em Toronto!

Clique no link para saber mais sobre:

Milton

Mississauga

26 outubro 2007

Senior's Night


Hoje à noite fui no que eles chamam aqui de Senior's Night. É uma homenagem que as escolas fazem aos estudantes que estão no último ano da High School, que é o caso da minha sobrinha Clarissa.
Ela faz parte da banda e da orquestra da escola tocando violino (chique, hein?).
A "cerimônia" começou com a abertura da banda tocando o hino americano e as meninas fazendo evoluções com bandeiras e aqueles "pompons" que as cheers leaders usam.
Fiquei com pena de todo mundo porque estavam com roupas fesquinhas para uma temperatura de 12 graus. Eu mesma, que esqueci de levar luva, quase congelei. Nessa hora lembrei da Dani que sempre me fala pra comprar luvas. OK, eu comprei mas ainda não usei, estou resistindo bravamente porque detesto cobrir as mãos e a cabeça mas parece que vou ter que aprender a gostar.


Apesar do frio a animação era total, principalmente porque depois da apresentação da banda haveria uma partida daquele futebol esquisito que eles têm aqui. O time da escola "Tigers" é favorito por aqui e ia jogar com o time de uma escola vizinha. Bom, eu não vi o jogo porque voltamos para casa por causa do frio mas me disseram que vencemos!

22 outubro 2007

Capachinho e Piaçava descobrem a América

Fila na fronteira CA-EUA

Estou na terra do Tio Sam com a Ísis e o Willy. A irmã do Pedro me pediu para ficar com ela nesta semana para ajudá-la no pós-cirúrgico e praticamente me "obrigou" a trazê-los por causa das filhas que adoram pets, portanto, esses cachorros viajantes estão levando um vidão.

Alugamos um carro pela National Car, já que até hoje nossas CNH's ainda estão válidas, mas eles só pediram um documento com foto e comprovante de endereço.
Nunca havíamos dirigido carro com transmissão automática mas depois de experimentar o Pedro virou fã incondicional, não quer mais saber de câmbio manual.

Ísis passeando no jardim

De Toronto a Pittsburgh são mais menos 4 ou 5 horas de carro mas demoramos bem mais que isso porque ficamos parados 1 hora e meia na fronteira . Foi duro, apesar de termos visto americano precisávamos pagar mais U$6 para nos liberarem a entrada e como todo o Canadá está vindo fazer compra nos EUA por causa da paridade do dólar a fila estava imensa. Chinês e indiano é o que não faltava.

Como também não somos de ferro fizemos nossas comprinhas também porque os preços ainda são menores que Toronto, bem como o imposto que é só de 6%. Para vocês terem uma idéia, compramos um home teatre e um notebook de 250Gb de HD e 2Mb de memória por $1091 (incluindo impostos). Um verdadeiro "negócio da china"!

Ainda quero aproveitar para ir ao Outback e ao Friday's antes de ir embora.
Na estrada passamos por vários Applebees mas a viagem demorou tanto que nem paramos em nenhum deles, mesmo porque segundo a Lei de Murphy, estavam todos do lado oposto da estrada.

A temperatura por aqui só não está mais agradável porque faz calor demais durante a tarde, mas depois das baixas temperaturas em Toronto (chegou a fazer 4 graus) eu não reclamo não.